1. freqüência às sessões da Câmara;
2. palestras;
3. análise de processos administrativos, para verificação de possíveis irregularidades;
4. entrevistas sobre diversos assuntos na rádio Litoral
5. denúncias
6. auxílio a diversas associações de moradores quanto à organização de seus estatutos: Quarenta, Ribeirão, São Verdão e outros.
7. acompanhamento de algumas licitações
8. sugestões para o orçamento participativo
9. participação em reuniões da Agenda 21.
10. ação judicial contra a multa milionária do Ministério Público contra a Prefeitura Municipal, no valor de 28 milhões de reais;
11. participação na Câmara Temática do Conselho de Meio Ambiente, referente à duplicação da BR-101, com realização de diversas audiências com a comunidade e reuniões;
12. participação no plantio de centenas de mudas de árvores no Loteamento São Sebastião, em parceria com a Fundação Municipal, a Secretaria de Meio Ambiente, a ACAPORD e o artista São Verdão.
13. acompanhamento e envio de diversos e-mails a deputados cobrando aprovação do projeto Ficha Limpa.
14. auxílio à Associação do Machareth quanto à realização de eleições;
15. cooperação para parceria com a Comunidade Terapêutica Aldeia Gideão, localizada na serra.
16. sugestão ao Conselho da Criança para oficiar ao Juiz da Infância e da Juventude, a fim de reverter depósitos judiciais em favor do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, tendo sido concretizada a transferência dos recursos provenientes de multas por infrações ao Estatuto da Criança e do Adolescente;
17. Participação nas audiências públicas da CEDAE em Barra de São João
18. Participação nas audiências públicas do Plano Municipal de Habitação, apontando problemas e apresentando sugestões.
19. acompanhamento da denúncia ambiental contra a canalização do rio Branco.
20. participação na reunião do TAC dos tanques de peixes, projeto da Secretaria de Agricultura.
21. assessoria à ACAPORD para aquisição de computadores a serem doados pelo Tribunal de Justiça.
22. participação em palestra do ex-ministro Carlos Minc em Nova Friburgo no dia 18/06/2010 sobre temas ambientais;
23. participação e realização de palestras no Fórum Seu Voto Consciente, realizado por universitários de Assistência Social, da UNITINS e em parceria com escolas e associações de moradores.
24. reunião com procuradores da AMPLA sobre doação de valores ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.
25. participação na audiência pública da Autopista, realizada no Pavilhão de Esportes de Casimiro, apresentando questionamentos sobre a duplicação da BR-101.
26. pedido de cassação do presidente da Câmara, que foi rejeitado pelos vereadores, por uso particular de carro oficial.
Vamos exercer nossa cidadania!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
PELO FIM DA PETRODEPENDÊNCIA
Com a emenda Ibsen, talvez agora enfraquecida, devemos aproveitar a oportunidade para, mesmo ainda sob a ameaça de perder os royalties, pensar mais a sério sobre como os municípios têm aplicado e que investimentos têm sido realizados com esses preciosos recursos.
Em Casimiro de Abreu, percebemos uma petrodependência crônica, que retirou o empreendedorismo dos governos, que ficaram amarrados a modelos assistencialistas de gestão. Transmite-se essa dependência à população, que se vê presa aos favores e benesses dos que estão no poder. Em troca, os políticos ganham votos e se perpetuam no poder. Parece uma receita infalível de sucesso político, mas que, na verdade, destrói o desenvolvimento da cidade.
Não sou eu quem digo, mas são os números dos relatórios do Tribunal de Contas do Estado sobre o perfil do município. Por causa dos royalties, que é uma receita finita, abre-se mão de outras fontes, como as receitas próprias do município.
O Fundescab (fundo de desenvolvimento), criado através de lei em 2006, até os dias atuais não favoreceu ninguém. Uma boa idéia, dentre tantas, que não vingou. É apenas letra morta.
A ONG AMACASIMIRO, juntamente com a Associação de Moradores de Barra de São João e auditores do Tribunal de Contas da União, estão buscando mais transparência quanto à aplicação dos royalties. Além disso, buscamos que a Controladoria Geral da União possa fiscalizar também essa importante fonte de renda municipal.
A implantação do orçamento participativo é de suma importância, porque permite à população mostrar aos administradores onde há mais carência e quais são as prioridades. O município de Casimiro de Abreu precisa acompanhar a tendência que vem se estabelecendo desde a Constituição de 1988, com a participação mais ativa e efetiva dos cidadãos, interessando-se pelas questões políticas que afetam a todos nós.
É importante que os investimentos a serem feitos sejam aqueles que tragam dividendos ao longo dos anos, como a área de turismo, maior empregadora do mundo, principalmente o ecológico, já que Deus nos abençoou sobremaneira com uma natureza exuberante.
Se nada for feito agora, quando o petróleo acabar, gerações futuras vão nos culpar por termos desperdiçado tanta riqueza egoisticamente. Fatidicamente, seremos lembrados, então, como uma geração perdulária, que roubou até mesmo as chances de vencer de toda a posteridade.
Aos nossos filhos e netos, com amor.
Arnaldo Linhares é vice-presidente da ONG AMACASIMIRO
Em Casimiro de Abreu, percebemos uma petrodependência crônica, que retirou o empreendedorismo dos governos, que ficaram amarrados a modelos assistencialistas de gestão. Transmite-se essa dependência à população, que se vê presa aos favores e benesses dos que estão no poder. Em troca, os políticos ganham votos e se perpetuam no poder. Parece uma receita infalível de sucesso político, mas que, na verdade, destrói o desenvolvimento da cidade.
Não sou eu quem digo, mas são os números dos relatórios do Tribunal de Contas do Estado sobre o perfil do município. Por causa dos royalties, que é uma receita finita, abre-se mão de outras fontes, como as receitas próprias do município.
O Fundescab (fundo de desenvolvimento), criado através de lei em 2006, até os dias atuais não favoreceu ninguém. Uma boa idéia, dentre tantas, que não vingou. É apenas letra morta.
A ONG AMACASIMIRO, juntamente com a Associação de Moradores de Barra de São João e auditores do Tribunal de Contas da União, estão buscando mais transparência quanto à aplicação dos royalties. Além disso, buscamos que a Controladoria Geral da União possa fiscalizar também essa importante fonte de renda municipal.
A implantação do orçamento participativo é de suma importância, porque permite à população mostrar aos administradores onde há mais carência e quais são as prioridades. O município de Casimiro de Abreu precisa acompanhar a tendência que vem se estabelecendo desde a Constituição de 1988, com a participação mais ativa e efetiva dos cidadãos, interessando-se pelas questões políticas que afetam a todos nós.
É importante que os investimentos a serem feitos sejam aqueles que tragam dividendos ao longo dos anos, como a área de turismo, maior empregadora do mundo, principalmente o ecológico, já que Deus nos abençoou sobremaneira com uma natureza exuberante.
Se nada for feito agora, quando o petróleo acabar, gerações futuras vão nos culpar por termos desperdiçado tanta riqueza egoisticamente. Fatidicamente, seremos lembrados, então, como uma geração perdulária, que roubou até mesmo as chances de vencer de toda a posteridade.
Aos nossos filhos e netos, com amor.
Arnaldo Linhares é vice-presidente da ONG AMACASIMIRO
terça-feira, 30 de março de 2010
CÂMARA APROVA USO PARTICULAR DE VEÍCULO OFICIAL
A votação do requerimento que pedia a cassação do presidente da Câmara foi realizada na sessão do dia 22 de março de 2010. O pedido foi negado, tendo votado contra a abertura de processo os vereadores Marquinhos da Vaca Mecânica, Bitó, Paulo Nova Barra, Kinha, Pezão e Luciano Nogueira. Votou a favor o vereador Netinho. Alex Neves estava ausente.
Essa votação não foi surpresa para ninguém, porque já se esperava esse resultado. No entanto, devemos fazer algumas considerações a respeito.
Em primeiro lugar, a ONG AMACASIMIRO e Rodrigo Barros cumpriram o seu dever, num ato de cidadania, denunciando o uso ilegal do carro oficial da Câmara pelo presidente, pois o próprio vereador afirmou que fora ao shopping em Macaé pagar contas e fazer compras.
Como decisão política, não poderíamos esperar coisa diferente. Mas, com fartas provas e documentos, o Ministério Público ainda nos dará notícias sobre esse episódio lamentável da história da nossa cidade.
Outro ponto a ser destacado é que os vereadores, assim agindo, afirmaram para toda a população que aceitaram como normal o procedimento do presidente da Casa, recusando-se a abrir o processo para apurar tal falta. Era o mínimo que exigíamos. Ainda bem, senhores edis, que vocês não estão sozinhos. Nós, da ONG AMACASIMIRO, estamos aqui, juntamente com outros cidadãos que desejam o bem da nossa cidade, com a finalidade de acompanhar o que VV. Exas. andam fazendo. Sem mencionar o Ministério Público, órgão que foi tão procurado pelo vereador João Medeiros quando este era da oposição.
Com representantes como estes, e com uma população apática a tudo o que diz respeito à vida política, cada um pensando somente em si mesmo, já podemos imaginar que cidade e que país teremos amanhã.
Finalmente, destaco aqui as palavras do vereador Netinho, que lembrou a falta de transporte coletivo no município. Moral da história: o povo não tem transporte, mas o presidente da Câmara pode, para fins particulares, andar de um lado para o outro com o carro oficial da Câmara.
Vamos exercer nossa cidadania!
Amacasimiro
Essa votação não foi surpresa para ninguém, porque já se esperava esse resultado. No entanto, devemos fazer algumas considerações a respeito.
Em primeiro lugar, a ONG AMACASIMIRO e Rodrigo Barros cumpriram o seu dever, num ato de cidadania, denunciando o uso ilegal do carro oficial da Câmara pelo presidente, pois o próprio vereador afirmou que fora ao shopping em Macaé pagar contas e fazer compras.
Como decisão política, não poderíamos esperar coisa diferente. Mas, com fartas provas e documentos, o Ministério Público ainda nos dará notícias sobre esse episódio lamentável da história da nossa cidade.
Outro ponto a ser destacado é que os vereadores, assim agindo, afirmaram para toda a população que aceitaram como normal o procedimento do presidente da Casa, recusando-se a abrir o processo para apurar tal falta. Era o mínimo que exigíamos. Ainda bem, senhores edis, que vocês não estão sozinhos. Nós, da ONG AMACASIMIRO, estamos aqui, juntamente com outros cidadãos que desejam o bem da nossa cidade, com a finalidade de acompanhar o que VV. Exas. andam fazendo. Sem mencionar o Ministério Público, órgão que foi tão procurado pelo vereador João Medeiros quando este era da oposição.
Com representantes como estes, e com uma população apática a tudo o que diz respeito à vida política, cada um pensando somente em si mesmo, já podemos imaginar que cidade e que país teremos amanhã.
Finalmente, destaco aqui as palavras do vereador Netinho, que lembrou a falta de transporte coletivo no município. Moral da história: o povo não tem transporte, mas o presidente da Câmara pode, para fins particulares, andar de um lado para o outro com o carro oficial da Câmara.
Vamos exercer nossa cidadania!
Amacasimiro
quarta-feira, 17 de março de 2010
QUANTO CASIMIRO DE ABREU JÁ RECEBEU DE ROYALTIES DESDE 1999?
terça-feira, 16 de março de 2010
REFLEXÃO SOBRE OS ROYALTIES
Todos estão ouvindo aterrorizados sobre a redistribuição dos royalties, o que afetaria terrivelmente o município de Casimiro de Abreu. Para se ter uma ideia, fala-se em perda de quase 99% dos repasses que são atualmente realizados. Considerando o que foi recebido no ano passado, na ordem de pouco mais de 54 milhões de reais (e isso com crise mundial), o município passaria a receber, em cada ano, 600 mil reais.
Seria este um castigo pelos anos a fio de aplicação equivocada desses recursos? Aonde chegamos com a fortuna que já foi repassada para as cidades desde 1987? Será que só daremos valor se perdermos?
Com a descoberta do pré-sal, abriu-se nova discussão sobre o assunto no país, o que gerou propostas para redistribuição. Lamentavelmente, isso mais cedo ou mais tarde aconteceria. Contudo, o que mais lamentamos: a atitude de nossos prefeitos e vereadores ao longo desses anos, que simplesmente criaram uma dependência crônica desses recursos. E agora? Como vamos viver sem esses repasses? Se tudo fosse aplicado pensando no futuro, hoje sentiríamos menos os efeitos desse golpe político. Mas pouco ou nada se fez para isso.
Por causa dessa nova divisão do “bolo”, vejo com muita tristeza o abandono de projetos como a vila olímpica, que já deveria ter sido construída há muito tempo, o mercado municipal, o teatro e outras coisas com que sonhamos, mas governo nenhum pensou em concretizar, talvez pensando que os repasses seriam eternos.
Além disso, vejo com preocupação a demissão de servidores contratados, talvez às centenas. Cortes brutais nas despesas, porque estamos falando de cerca de 60% de todo o orçamento.
No caso da nossa cidade, hoje, o que vemos é um governo que acumula dinheiro em caixa e parece não saber o que fazer com ele. Imaginem o que acontecerá sem os royalties. Em algumas cidades, o dilema é o que fazer sem dinheiro. No caso de Casimiro de Abreu, recursos não faltam. O problema é de gestão.
Todos os dias enviamos e-mails para os deputados, na tentativa de convencê-los e de frustrar essa proposta. Mas, em tempo algum, fomos tão ameaçados e estamos tão perto de perder os recursos quanto agora.
Se, por um milagre, isso não acontecer (e penso que a nossa esperança estará nas mãos do Supremo Tribunal Federal), está mais do que na hora de pensar seriamente em mudar de atitude. É preciso que haja discussão ampla com a sociedade, primeiramente, criando um conselho municipal (que será o primeiro no país), para fiscalizar e discutir projetos para sua aplicação. Aliás, essa ideia já está sendo discutida pela ONG AMACASIMIRO, a Associação de Moradores de Barra de São João e entidades como o IFC (Instituto de Fiscalização e Controle) e auditores do TCU (Tribunal de Contas da União).
Se sairmos vencedores, assim esperamos, que seja uma vitória que nos faça tomar decisões importantes para o nosso futuro, porque a petrodependência é nociva a todos nós, governo e sociedade.
Vamos exercer nossa cidadania!
AMACASIMIRO
Seria este um castigo pelos anos a fio de aplicação equivocada desses recursos? Aonde chegamos com a fortuna que já foi repassada para as cidades desde 1987? Será que só daremos valor se perdermos?
Com a descoberta do pré-sal, abriu-se nova discussão sobre o assunto no país, o que gerou propostas para redistribuição. Lamentavelmente, isso mais cedo ou mais tarde aconteceria. Contudo, o que mais lamentamos: a atitude de nossos prefeitos e vereadores ao longo desses anos, que simplesmente criaram uma dependência crônica desses recursos. E agora? Como vamos viver sem esses repasses? Se tudo fosse aplicado pensando no futuro, hoje sentiríamos menos os efeitos desse golpe político. Mas pouco ou nada se fez para isso.
Por causa dessa nova divisão do “bolo”, vejo com muita tristeza o abandono de projetos como a vila olímpica, que já deveria ter sido construída há muito tempo, o mercado municipal, o teatro e outras coisas com que sonhamos, mas governo nenhum pensou em concretizar, talvez pensando que os repasses seriam eternos.
Além disso, vejo com preocupação a demissão de servidores contratados, talvez às centenas. Cortes brutais nas despesas, porque estamos falando de cerca de 60% de todo o orçamento.
No caso da nossa cidade, hoje, o que vemos é um governo que acumula dinheiro em caixa e parece não saber o que fazer com ele. Imaginem o que acontecerá sem os royalties. Em algumas cidades, o dilema é o que fazer sem dinheiro. No caso de Casimiro de Abreu, recursos não faltam. O problema é de gestão.
Todos os dias enviamos e-mails para os deputados, na tentativa de convencê-los e de frustrar essa proposta. Mas, em tempo algum, fomos tão ameaçados e estamos tão perto de perder os recursos quanto agora.
Se, por um milagre, isso não acontecer (e penso que a nossa esperança estará nas mãos do Supremo Tribunal Federal), está mais do que na hora de pensar seriamente em mudar de atitude. É preciso que haja discussão ampla com a sociedade, primeiramente, criando um conselho municipal (que será o primeiro no país), para fiscalizar e discutir projetos para sua aplicação. Aliás, essa ideia já está sendo discutida pela ONG AMACASIMIRO, a Associação de Moradores de Barra de São João e entidades como o IFC (Instituto de Fiscalização e Controle) e auditores do TCU (Tribunal de Contas da União).
Se sairmos vencedores, assim esperamos, que seja uma vitória que nos faça tomar decisões importantes para o nosso futuro, porque a petrodependência é nociva a todos nós, governo e sociedade.
Vamos exercer nossa cidadania!
AMACASIMIRO
DE QUE LADO A ONG AMACASIMIRO ESTÁ?
Estão correndo boatos na cidade sobre a posição da organização não governamental AMACASIMIRO, criada em 2004 para fiscalizar os atos do poder público local. Algumas pessoas ficam pelas esquinas dizendo que a ONG é contra o atual governo, ou que está se aliando ao grupo derrotado nas últimas eleições. Nem uma coisa nem outra. Aliás, desde o início da nossa existência, afirmamos que fiscalizaríamos o poder público, independente de quem estivesse no poder.
Antes de mais nada, afirmamos que não recebemos nenhum tipo de subvenção da prefeitura local, nem mesmo doação de políticos para as nossas atividades. Tudo é feito com o esforço dos próprios membros, que dedicam tempo e recursos para isso. É uma entidade sem fins lucrativos e com trabalho voluntário, desenvolvendo projetos sociais, como a conscientização dos cidadãos para a importância do voto como ato de cidadania e para que a população acompanhe o que fazem os vereadores e onde são aplicados os recursos públicos.
Queremos relembrar aqui o que dissemos amplamente em todos os veículos de comunicação da nossa cidade, sejam eles jornais, rádios e páginas da internet. Nosso objetivo desde a fundação tem sido defender a ética na administração pública. Foi assim no governo passado, cujas ações ainda são analisadas. Nesse sentido, fizemos requerimento ao atual prefeito para ter acesso a processos do governo findo, o que já foi deferido. Em breve analisaremos esses documentos e daremos respostas à sociedade sobre eventuais denúncias ao Ministério Público.
Não será diferente agora. Requerimentos estão sendo providenciados para ter vista de processos e licitações do atual governo. Algumas pessoas ficaram chocadas com a apresentação de um pedido que fizemos para cassação do vereador João Medeiros Netto, em virtude da utilização de carro oficial para atividades particulares, erro confessado pelo próprio vereador em sessão. Este mesmo vereador afirmou, em sessão do dia 22 de fevereiro de 2010, que estava decepcionado com a ação da ONG AMACASIMIRO. Não estamos aqui para agradar este ou aquele. Estamos defendendo o que achamos justo, doa a quem doer. E gostamos de trabalhar com provas, e existem muitas, como fotografias e a própria confissão do vereador em plenário. Estamos agindo coerentemente com o nosso discurso e objetivos estatutários.
Quem achava que os membros da AMACASIMIRO passariam as mãos na cabeça dos políticos está bastante enganado. Dissemos que o tempo daria respostas sobre nosso procedimento. Então, aí está a primeira: não defendemos os erros de ninguém. Somos a favor das boas ações, da boa administração e vamos criticar sempre que necessário, como sempre foi a nossa conduta. Se for preciso denunciar alguma ilegalidade, não tenham dúvidas de que a ONG o fará, com a certeza de tomar a decisão correta, que nos faça repousar a cabeça no travesseiro, tendo a aprovação da nossa consciência.
ONG AMACASIMIRO.
Antes de mais nada, afirmamos que não recebemos nenhum tipo de subvenção da prefeitura local, nem mesmo doação de políticos para as nossas atividades. Tudo é feito com o esforço dos próprios membros, que dedicam tempo e recursos para isso. É uma entidade sem fins lucrativos e com trabalho voluntário, desenvolvendo projetos sociais, como a conscientização dos cidadãos para a importância do voto como ato de cidadania e para que a população acompanhe o que fazem os vereadores e onde são aplicados os recursos públicos.
Queremos relembrar aqui o que dissemos amplamente em todos os veículos de comunicação da nossa cidade, sejam eles jornais, rádios e páginas da internet. Nosso objetivo desde a fundação tem sido defender a ética na administração pública. Foi assim no governo passado, cujas ações ainda são analisadas. Nesse sentido, fizemos requerimento ao atual prefeito para ter acesso a processos do governo findo, o que já foi deferido. Em breve analisaremos esses documentos e daremos respostas à sociedade sobre eventuais denúncias ao Ministério Público.
Não será diferente agora. Requerimentos estão sendo providenciados para ter vista de processos e licitações do atual governo. Algumas pessoas ficaram chocadas com a apresentação de um pedido que fizemos para cassação do vereador João Medeiros Netto, em virtude da utilização de carro oficial para atividades particulares, erro confessado pelo próprio vereador em sessão. Este mesmo vereador afirmou, em sessão do dia 22 de fevereiro de 2010, que estava decepcionado com a ação da ONG AMACASIMIRO. Não estamos aqui para agradar este ou aquele. Estamos defendendo o que achamos justo, doa a quem doer. E gostamos de trabalhar com provas, e existem muitas, como fotografias e a própria confissão do vereador em plenário. Estamos agindo coerentemente com o nosso discurso e objetivos estatutários.
Quem achava que os membros da AMACASIMIRO passariam as mãos na cabeça dos políticos está bastante enganado. Dissemos que o tempo daria respostas sobre nosso procedimento. Então, aí está a primeira: não defendemos os erros de ninguém. Somos a favor das boas ações, da boa administração e vamos criticar sempre que necessário, como sempre foi a nossa conduta. Se for preciso denunciar alguma ilegalidade, não tenham dúvidas de que a ONG o fará, com a certeza de tomar a decisão correta, que nos faça repousar a cabeça no travesseiro, tendo a aprovação da nossa consciência.
ONG AMACASIMIRO.
CÂMARA CANCEROSA?
Em sessão da Câmara do dia 3 de março último, um vereador se levantou e reclamou de um certo secretário, que teria dito que os vereadores eram um câncer em Casimiro de Abreu.
Não podemos concordar com estas palavras, porque não respeitam a instituição do Poder Legislativo municipal, que tem a função de contrabalançar os poderes, principalmente o Executivo. São os freios e contrapesos da Constituição Federal, a fim de manter-se o equilíbrio democrático e o estado de direito. Em tese, deveria ser assim.
E, em defesa dos vereadores, escolhidos pela população, seus representantes legítimos, nos levantamos também para dizer que câncer, na verdade, são todos aqueles que, investidos em função pública, defendem interesses particulares em detrimento do coletivo. Cancros são aqueles que, desempenhando cargos públicos, buscam vantagens para si ou para seus entes queridos e vivem para esse fim. Cancros são aqueles que corrompem o povo com a compra de votos nas eleições, dando a entender para a população que qualquer um, independente dos meios que utiliza, pode chegar ao poder. Cancros são aqueles que, embora recebam salários e sejam obrigados a fiscalizar, simplesmente lavam as mãos e menosprezam esse mister. Cancros são todos aqueles que não amam a sua cidade e procuram enriquecer ilicitamente, construindo patrimônio à custa do sacrifício do povo, esse mesmo povo que deposita neles confiança.
O câncer, na maioria das vezes, é uma doença silenciosa, agindo na surdina, por baixo dos panos, nos bastidores do poder. É o mensalão, o propinoduto, o dinheiro na cueca, na meia e onde a mente diabólica de corruptos imaginar. É a falta de transparência, os atos ocultos e outras manobras canalhocratas. Quando chega a doer, o mal já está consumado. O carcinoma ataca as células saudáveis, matando-as. Assim também na sociedade, com o convencimento das pessoas de que, na política, todos são corruptos e que, por essa razão, não adianta lutar contra esse sistema doentio que afeta todo o país. É a metástase social. É uma pandemia nacional.
Chegando aos órgãos vitais, evolui para a morte. É terrível porque mata aquilo que é mais precioso: a esperança. É triste ver pessoas que já se entregaram a essa doença, numa completa apatia.
Diante de tão grave quadro patológico do país, onde a corrupção grassa porque encontra terreno fértil, precisamos ser instados, todos os dias, a combater no front dessa guerra. Precisamos de fortes doses de medicação e da coragem para sobreviver a essa doença que destrói tantas pessoas em sua dignidade e em seu respeito a si mesmo e ao país.
Portanto, não fique preocupado com essa afirmação leviana, vereador, porque, se Vossa Excelência exerce corretamente o seu mandato, nunca poderá ser chamado assim.
Vamos exercer nossa cidadania!
AMACASIMIRO
Não podemos concordar com estas palavras, porque não respeitam a instituição do Poder Legislativo municipal, que tem a função de contrabalançar os poderes, principalmente o Executivo. São os freios e contrapesos da Constituição Federal, a fim de manter-se o equilíbrio democrático e o estado de direito. Em tese, deveria ser assim.
E, em defesa dos vereadores, escolhidos pela população, seus representantes legítimos, nos levantamos também para dizer que câncer, na verdade, são todos aqueles que, investidos em função pública, defendem interesses particulares em detrimento do coletivo. Cancros são aqueles que, desempenhando cargos públicos, buscam vantagens para si ou para seus entes queridos e vivem para esse fim. Cancros são aqueles que corrompem o povo com a compra de votos nas eleições, dando a entender para a população que qualquer um, independente dos meios que utiliza, pode chegar ao poder. Cancros são aqueles que, embora recebam salários e sejam obrigados a fiscalizar, simplesmente lavam as mãos e menosprezam esse mister. Cancros são todos aqueles que não amam a sua cidade e procuram enriquecer ilicitamente, construindo patrimônio à custa do sacrifício do povo, esse mesmo povo que deposita neles confiança.
O câncer, na maioria das vezes, é uma doença silenciosa, agindo na surdina, por baixo dos panos, nos bastidores do poder. É o mensalão, o propinoduto, o dinheiro na cueca, na meia e onde a mente diabólica de corruptos imaginar. É a falta de transparência, os atos ocultos e outras manobras canalhocratas. Quando chega a doer, o mal já está consumado. O carcinoma ataca as células saudáveis, matando-as. Assim também na sociedade, com o convencimento das pessoas de que, na política, todos são corruptos e que, por essa razão, não adianta lutar contra esse sistema doentio que afeta todo o país. É a metástase social. É uma pandemia nacional.
Chegando aos órgãos vitais, evolui para a morte. É terrível porque mata aquilo que é mais precioso: a esperança. É triste ver pessoas que já se entregaram a essa doença, numa completa apatia.
Diante de tão grave quadro patológico do país, onde a corrupção grassa porque encontra terreno fértil, precisamos ser instados, todos os dias, a combater no front dessa guerra. Precisamos de fortes doses de medicação e da coragem para sobreviver a essa doença que destrói tantas pessoas em sua dignidade e em seu respeito a si mesmo e ao país.
Portanto, não fique preocupado com essa afirmação leviana, vereador, porque, se Vossa Excelência exerce corretamente o seu mandato, nunca poderá ser chamado assim.
Vamos exercer nossa cidadania!
AMACASIMIRO
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